domingo, 28 de novembro de 2010

O programa mais difícil de utilizar que conheço

Windows Movie MakerVisto que as minhas capacidades informáticas são bastante reduzidas, todos os programas um pouco mais complexos são difíceis para mim, e por isso posso dizer que são bastantes aqueles que me suscitam inúmeras dúvidas e obstáculos que não consigo ultrapassar.
Tendo obrigatoriamente que escolher “o mais difícil”, opto pelos programas de fazer filmes: simplesmente não sei fazer um filme no computador. Apesar de também nunca me ter esforçado para entender algum dos programas, a verdade é que para leigos, a maioria não é acessível.
Por exemplo, o Windows Movie Maker é um simples software de edição de vídeo e uma das ferramentas gratuitas incluídas no Windows, mas só a introdução de iniciação do programa, o índice do manual de utilização…é de fugir!

O programa mais fácil de utilizar que conheço

Dadas as minhas elevadíssimas capacidades informáticas e a minha capacidade nata para enredar no mundo informático em busca de novos programas e como utilizá-los, o meu leque de opções no que diz respeito à minha experiência em programas é bastante…reduzido (ou quase nulo).
Não é por falta de interesse, porque a tecnologia é uma “linguagem” que tenho necessariamente que aprender a falar (dados os avanços tecnológicos), mas o mundo informático assusta-me por parecer muito complexo e "tenebroso"…
Sendo assim, fico reduzida ao programa que me ocupava bastante do meu tempo livre e no qual me considero uma total viciada: o “The Sims”.
A complexidade do programa é quase nula, e em caso de alguma dúvida as instruções são bastante claras, apesar de nem tudo constar nelas, sendo que o utilizador terá de se envolver por completo no jogo para poder descodificar certos mistérios…
São horas que se perdem na construção de casas, de famílias, na decoração: e depois de tudo concretizado, partimos para um novo mundo, em que podemos ser o que quisermos!

Realidade Virtual Imersiva e Não-Imersiva

Realidade virtual imersiva basea-se no uso de um capacete ou de salas de projecção nas paredes; enquanto que a realidade virtual não-imersiva baseia-se no uso de monitores.
Porém, os dispositivos baseados nos outros sentidos acabam por dar algum grau de imersão à realidade virtual com o uso de monitores, mantendo a sua caracterização e importância.
Embora a realidade virtual com o uso de capacetes tenha evoluído e seja considerada a mais "típica", a realidade virtual com monitor apresenta alguns pontos positivos, como por exemplo: utilizar plenamente todas as vantagens da evolução da indústria de computadores; evitar as limitações técnicas e problemas decorrentes do uso de capacete; facilidade de uso. Do ponto de vista da visualização, por exemplo, a realidade virtual com monitor é aceitável, mas com a evolução da tecnologia da realidade virtual, a tendência será a utilização de capacetes ou salas de projecção para a grande maioria das aplicações.

Realidade Virtual Não-Imersiva

Realidade Virtual (RV)

O objetivo desta tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adoptar essa interação como uma das suas realidades temporais. Para isso, essa interação é realizada em tempo real, com o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudem na ampliação do "sentimento" de presença do usuário.
O software e equipamento especializado para a RV (incluindo geradores de imagem, dispositivos para manipulação e controlo, luvas computorizadas - Data Gloves - e monitores montados em capacetes - Head Mounted Displays) ajuda a criar um ambiente onde quase tudo é possível.
No mundo virtual, estamos totalmente imersos no universo que nos possibilita sensações e experiências como se fossem reais ou objectivas. Todos os sentidos se ajustam a essa realidade.
O utilizador ajusta-se a um nível de mobilidade diferente (mais lento ou mais rápido que fora do ambiente RV), pois movimentos bruscos podem criar uma sensação de náusea e mal-estar.

Evolução da Interface Gráfica do Utilizador

  O pioneiro das interfaces gráficas do utilizador foi inventado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Stanford, liderados por Douglas Engerlbart.
  Durante a década de 1960, eles desenvolveram o uso de hiperligações de texto manipuladas com um rato para o NLS.
  Durante a década de 1970, o conceito de hiperligações foi posteriormente refinado e estendido por pesquisadores da Xerox PARC, que foram além da interface de texto, usando uma interface gráfica como a principal interface do computador Xerox Alto, que influenciou a maioria das interfaces gráficas modernas desde então.
  A Interface do Utilizador da PARC consiste de widgets gráficos com janelas, menus, caixas de opção, caixas de selecção e ícones: usa um dispositivo de ponteiro em adição ao teclado.
  Seguido desse sistema PARC, o primeiro modelo baseado somente em interface gráfica foi o Xerox 8010 Star Information System, de 1981.

Interface Gráfica do Utilizador - O que é?

 Em informática, a Interface Gráfica do Utlizador (GUI - Graphical User Interface) permite a interecção dispositivos digitais através de elementos gráficos como ícones e outros indicadores visuais, em contraste a Interface de Linha de Comando.

  As características básicas de uma Interface Gráfica de Utilizador, consistem na integração de um conjunto de elementos, que trazem as tarefas e o trabalho que efectuamos no computador para a vida.
 Em termos simples, uma GUI (Graphical User Interface), é uma representação gráfica de interacção com programas, dados e objectos no ecrã de um computador.


A 30 de Janeiro de 2007, a Microsoft lançou o Windows Vista. Este Windows possui novos recursos e funções, como uma nova interface gráfica do usuário, apelidada de Windows Aero.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Meus caros pacientes:


Sei que estive ausente durante um longo período de tempo, mas num tratamento a fim de uma recuperação progressiva é essencial tempo para assimilarem e solidificarem os conteúdos que vos faculto (e o dever chamou me para outros doentes e novas recuperações...e outros "afazeres").
Iremos então, dar início a uma nova etapa da vossa recuperação: A Teoria da Interactividade.


Na incerteza da vossa cura, Doc.H