Entre várias categorias, os medias podem ser divididos em estáticos ou dinâmicos, e capturados ou sintetizados.
Os media estáticos são constituídos por elementos de informação independentes do tempo, que apenas variam na sua dimensão espacial. Por exemplo, os parágrafos, os modelos e os conjuntos de pixeis são estruturas de representação de, respectivamente, texto, gráficos vectoriais e imagens bitmap, que apenas variam na sua dimensão espacial. Isto significa que qualquer um destes elementos pode ser apresentado independentemente do tempo, sem perder o seu significado.
Os media dinâmicos referem -se aos tipos de informação multimédia cuja apresentação exige uma reprodução contínua à medida que o tempo passa. Ou seja, a duração temporal entre os elementos que constituem a informação, faz parte do próprio conteúdo.
No seguinte esquema, estão organizados os diferentes tipos de media, pelas quatro categorias:
sente-se, relaxe e desabafe
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Tipos de Media
Dando seguimento à definição que anteriormente forneci, explico agora, os tipos de media que constituem a "Multimédia".
Os textos, os gráficos, as imagens, os vídeos, as animações e o áudio são tipos de media que servem de base à criação de sistemas e aplicações multimédia. Estes podem ser classificados através de várias propriedades: medias estáticos, medias dinâmicos, medias capturados, medias sintetizados, medias lineares...
Os textos, os gráficos, as imagens, os vídeos, as animações e o áudio são tipos de media que servem de base à criação de sistemas e aplicações multimédia. Estes podem ser classificados através de várias propriedades: medias estáticos, medias dinâmicos, medias capturados, medias sintetizados, medias lineares...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O que é a Multimédia?
Meus caros pacientes:
Antes de dar início a este novo módulo, achei indispensável dar-vos a definição de "Multimédia". Portanto, coloco a questão: O que é a Multimédia?
Antes de dar início a este novo módulo, achei indispensável dar-vos a definição de "Multimédia". Portanto, coloco a questão: O que é a Multimédia?
O termo Multimédia refere-se a uma forma de comunicação que engloba vários meios para transmitir uma mensagem, através de uma combinação, controlada por computador, de pelo menos um tipo de media estático (texto, fotografia, gráfico), com pelo menos um tipo de media dinâmico (vídeo, áudio, animação).
De acordo com Fetterman & Grupta (1993), o conceito multimédia restringe-se a aplicações que envolvam interactividade, cor e, claro, apresentações multissensoriais. Para estes autores, multimédia é uma experiência simultaneamente multissensorial e participativa, com um impacto emocional que advém de informação auditiva (imagens, vídeo...), e que ocorre num ambiente interactivo de computador.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A Teoria da Multimédia
Meus caros pacientes e seguidores:
Desta vez trago-vos novos conteúdos para assimilarem.
A nova etapa da vossa recuperação é iniciada: A Teoria da Multimédia.
domingo, 28 de novembro de 2010
O programa mais difícil de utilizar que conheço
Visto que as minhas capacidades informáticas são bastante reduzidas, todos os programas um pouco mais complexos são difíceis para mim, e por isso posso dizer que são bastantes aqueles que me suscitam inúmeras dúvidas e obstáculos que não consigo ultrapassar.Tendo obrigatoriamente que escolher “o mais difícil”, opto pelos programas de fazer filmes: simplesmente não sei fazer um filme no computador. Apesar de também nunca me ter esforçado para entender algum dos programas, a verdade é que para leigos, a maioria não é acessível.
Por exemplo, o Windows Movie Maker é um simples software de edição de vídeo e uma das ferramentas gratuitas incluídas no Windows, mas só a introdução de iniciação do programa, o índice do manual de utilização…é de fugir!
O programa mais fácil de utilizar que conheço
Dadas as minhas elevadíssimas capacidades informáticas e a minha capacidade nata para enredar no mundo informático em busca de novos programas e como utilizá-los, o meu leque de opções no que diz respeito à minha experiência em programas é bastante…reduzido (ou quase nulo).
Não é por falta de interesse, porque a tecnologia é uma “linguagem” que tenho necessariamente que aprender a falar (dados os avanços tecnológicos), mas o mundo informático assusta-me por parecer muito complexo e "tenebroso"…
Sendo assim, fico reduzida ao programa que me ocupava bastante do meu tempo livre e no qual me considero uma total viciada: o “The Sims”.
A complexidade do programa é quase nula, e em caso de alguma dúvida as instruções são bastante claras, apesar de nem tudo constar nelas, sendo que o utilizador terá de se envolver por completo no jogo para poder descodificar certos mistérios…
São horas que se perdem na construção de casas, de famílias, na decoração: e depois de tudo concretizado, partimos para um novo mundo, em que podemos ser o que quisermos!
Realidade Virtual Imersiva e Não-Imersiva
Realidade virtual imersiva basea-se no uso de um capacete ou de salas de projecção nas paredes; enquanto que a realidade virtual não-imersiva baseia-se no uso de monitores.
Porém, os dispositivos baseados nos outros sentidos acabam por dar algum grau de imersão à realidade virtual com o uso de monitores, mantendo a sua caracterização e importância.
Embora a realidade virtual com o uso de capacetes tenha evoluído e seja considerada a mais "típica", a realidade virtual com monitor apresenta alguns pontos positivos, como por exemplo: utilizar plenamente todas as vantagens da evolução da indústria de computadores; evitar as limitações técnicas e problemas decorrentes do uso de capacete; facilidade de uso. Do ponto de vista da visualização, por exemplo, a realidade virtual com monitor é aceitável, mas com a evolução da tecnologia da realidade virtual, a tendência será a utilização de capacetes ou salas de projecção para a grande maioria das aplicações.
Porém, os dispositivos baseados nos outros sentidos acabam por dar algum grau de imersão à realidade virtual com o uso de monitores, mantendo a sua caracterização e importância.
Embora a realidade virtual com o uso de capacetes tenha evoluído e seja considerada a mais "típica", a realidade virtual com monitor apresenta alguns pontos positivos, como por exemplo: utilizar plenamente todas as vantagens da evolução da indústria de computadores; evitar as limitações técnicas e problemas decorrentes do uso de capacete; facilidade de uso. Do ponto de vista da visualização, por exemplo, a realidade virtual com monitor é aceitável, mas com a evolução da tecnologia da realidade virtual, a tendência será a utilização de capacetes ou salas de projecção para a grande maioria das aplicações.
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